Conferência “Serviço Social e Cidadania: Ser Assistente Social na contemporaneidade”
Conferência:
- Dra. Natércia Gaspar (Diretora Regional da Solidariedade e Segurança Social) - “Serviço Social e Cidadania: Ser Assistente Social na contemporaneidade”
Apresentação das Teses de mestrado:
- Mestre Cidália Louro: “Os Filhos do Estado: que intervenção social.”
- Mestre Helena Soares: “Cuidar de Doentes Deslocados: um estudo das dinâmicas familiares de doentes deslocados, por períodos de longa duração, beneficiários do Serviço Regional de Saúde da Região Autónoma dos Açores”
Promovido pela Associação dos Profissionais de Serviço Social – Delegação Regional dos Açores
A Associação dos Profissionais de Serviço Social (APSS) repudia totalmente o teor, argumentação e finalidade da Petição “Extinção do Rendimento Social de Inserção” que deu entrada na Assembleia da República e foi admitida na Comissão de Segurança Social e Trabalho (XII Comissão) com o Nº 47/XII/1 no passado dia 15 de Novembro.
Mais informamos que daremos conhecimento desta posição à referida Comissão Parlamentar.
Lisboa, 25 de Novembro de 2011
CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE LIVROS PARA A BIBLIOTECA DO ISSS ANGOLA
A APSS, tendo tido conhecimento de que o Instituto Superior de Serviço Social de Angola (Luanda) necessita de reforçar o acervo da sua biblioteca na área de Serviço Social, vem solicitar aos seus associados que contribuam para este objectivo, fazendo chegar livros à sede da APSS. Estes serão depois remetidos para Luanda.
Lembramos que poderão utilizar a Taxa de Livro Económica dos CTT, uma modalidade de remessa de livros especial. Para tal deve seguir as seguintes normas: 1) no envelope apenas pode seguir o livro, sem incluir marcadores, folhas ou qualquer outra correspondência (caso inclua correspondência, a taxa de livro não pode ser aplicada): No envelope deve estar escrito, para além da morada - “Contém livro; Pode ser aberto para verificação postal; Taxa de livro económica”.
Morada da APSS: Av. Visconde de Valmor, n.º 77 - 1.º Dto - 1050 - 239 LISBOA.
Na sequência da apresentação à Assembleia da República, em 20 de Outubro de 2010, à Assembleia da República do projecto de reconhecimento da Ordem dos Assistente Sociais e da realização do II Congresso de Serviço Social, em 18 e 19 de Novembro de 2010, a APSS relizou um conjunto de audiências com todos os grupos parlamentares da AR. Nessa circunstância dois dos grupos parlamentares manifestaram disponibilidade para apresentar no plenário da AR a iniciativa de criação da Ordem dos Assistentes Sociais enquanto os demais sinalizaram de forma clara que, porquanto não viessem a tomar a iniciativa, não obstaculizariam a criação da Ordem reconhecendo mesmo haver fundamentos para a sua criação no caso da profissão de assistente social.
Passados 4 meses sobre o pedido junto da AR a situação apresenta-se num aparente impasse uma vez que os grupos parlamentares que manifestaram disponibilidade para propor a iniciativa legislativa de criação da ordem não o concretizaram até à presente data.
Entretanto a AR aprovou a criação de duas novas ordens cujos processos são temporalmente concomitantes ou mesmo posteriores ao pedido da APSS e que não apresentam o mesmo historial de relação com o Parlamento.
Nestas circunstâncias releva-se fundamental uma clarificação do processo por parte da Assembleia da República e dos diferentes grupos parlamentares, pelo que a APSS solicitou, com carácter de urgência, audiências ao Senhor Presidente da AR, à Comissão Parlamentar de trabalho, Segurança Social e Administração Pública e aos dois grupos parlamentares que manifestaram apoio à apresentação do projecto.
A APSS considera que a comemoração, no dia 15 de Março, do dia Mundial do Serviço Social, por iniciativa da International Federation of Social Workers, seria uma excelente e simbólica ocasião para o Parlamento manifestar o seu reconhecimento aos Assistentes Sociais Portugueses, traduzido na iniciativa de criação da Ordem dos Assistentes Sociais.
A APSS e os Asistentes Sociais portugueses querem ainda acreditar no funcionamento das instituições democráticas do país e crer que, em face das conclusões inequívocas do estudo realizado por imperativo da Lei Quadro das Associações Profissionais de Direito Público, quanto ao interesse público da criação da Ordem, e da clara conformidade legal do projecto de Estatutos apresentado, o Parlamento da República agirá na observância da Lei e no princípio constitucional da não discriminação!